Oii gente
Episódio de hoje: combinar o salto com a roupa.
muitas dolls tem uma serta dificuldade em escolher o salto rasteira ou até mesmo botas
ou sapatos com a roupa mais
vou te mostrar que isso não é difícil
Ex:
O look está um estilo que
o salto combina
é tipo isso.
1a Look
o sapato combinou né gente
ou eu to achando que ele é preto tipo
a roupa mais ele é vermelho k
agora vamos pra um look mais
colorido.
2a Look
qualé combino
além do mais gamei nesse
tênis kk
Bonus:
vou mostrar como o sapato foi inventado:
Sapato
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Sapato feminino de salto-alto.
Sapato é a peça do
vestuário que tem a finalidade de proteger os
pés. Nos países frios, o
mocassim e as
botas servem como protetores e aquecedores para os pés, ao passo que, nos países mais quentes, usa-se mais a
sandália e o
chinelo, protegendo o pé, mas sem o abafar.
Hoje, esta peça transcendeu sua finalidade inicial e serve como adorno e acessório de
moda, tendo também uma função
social.
Muitos atribuem aos
egípcios a arte de curtir
couro e fabricar sapatos,
porém, existem evidências de que os sapatos foram inventados muito antes, no final do Período Paleolítico.Existem evidências que a história do sapato começa a partir de
10 mil a.C., ou seja, no final do Paleolítico, pois
pinturas desta época, em cavernas na
Espanha e no sul da
França, fazem referência ao calçado.
Entre os utensílios de pedra dos homens das caverna existem vários que serviam para raspar as peles, o que indica que a arte de
curtir é muito antiga. Nos
hipogeus egípcios, que eram câmaras subterrâneas usadas para enterros, e que têm idade entre seis e sete mil anos, foram descobertas pinturas que representavam os diversos estados do preparo do couro e dos calçados.
No
Antigo Egito, as sandálias dos egípcios eram feitas de
palha,
papiro ou de fibra de
palmeira e era comum as pessoas andarem descalças, carregando as sandálias e usando-as apenas quando necessário. Sabe-se que apenas os nobres da época possuíam sandálias. Mesmo um
faraó como
Tutancamon usava sandálias e sapatos de couro simples, apesar dos enfeites de
ouro.
Na
Mesopotâmia eram comuns os sapatos de couro cru, amarrados aos pés por tiras do mesmo material. Os
coturnos eram símbolos de alta posição social.

Reprodução de um sapato
alemão de couro do século II.
Na
Grécia Antiga, os gregos chegaram a lançar moda, como a de modelos diferentes para os pés direito e esquerdo.
Na
Roma Antiga, o calçado indicava a
classe social. Os
cônsules usavam sapato
branco, os
senadores sapatos
marrons presos por quatro fitas
pretas de couro atadas a dois nós, e o calçado tradicional das
legiões era a
bota de cano curto que descobria os dedos.
Na
Idade Média, tanto homens como mulheres usavam sapatos de couro abertos que tinham uma forma semelhante ao das
sapatilhas. Os homens também usavam botas altas e baixas, atadas à frente e ao lado. O material mais corrente era a pele de
vaca, mas as botas de qualidade superior eram feitas de pele de
cabra.
A padronização da numeração é de origem
inglesa.
O rei Eduardo I foi quem uniformizou as medidas. A primeira referência conhecida da manufatura do calçado na Inglaterra é de
1642, quando
Thomas Pendleton forneceu quatro mil pares de sapatos e 600 pares de botas para o exército. As campanhas militares desta época iniciaram uma demanda substancial por botas e sapatos.
Em meados do
século XIX começaram a surgir as máquinas para auxiliar na confecção dos calçados mas, só com a
máquina de costura o sapato passou a ser mais acessível.
A partir da quarta década do
século XX, grandes mudanças começam a acontecer na
Indústria calçadista, como a troca do couro pela
borracha e pelos
materiais sintéticos, principalmente nos calçados femininos e infantis. Atualmente algumas marcas de sapato se constituem enquanto símbolos de status social, assim, os sapatos deixam de ser apenas uma proteção para os pés.
[editar] O Sapato no Brasil
Utilizados somente como proteção dos pés, com a vinda da côrte portuguesa ao Brasil, em
1808, o comércio sofreu um incremento e os costumes
europeizaram-se, passado o sapato a fazer parte da moda. Nesta época os escravos eram proibidos de usar sapatos, mas quando conseguiam a liberdade, compravam um par de calçados como símbolo da nova condição social. Como muitos não se acostumavam a usá-lo, viravam objeto de decoração ou de prestígio, carregando-os, orgulhosamente, nos ombros ou nas mãos.
Apesar de existerem várias sapatarias no Rio de Janeiro para atenderem o mercado da alta sociedade local, o calçado normalmente era importado da Europa. No final do século XIX o modelo básico do calçado era a botina fechada de camurça, de pelica ou de seda para as mulheres mais abastadas, e os chinelos para o restante da população feminina.
Nas décadas de 1910 e 1920 o modelo de sapato feminino mais usado no Brasil era o borzeguim ou a botina, evitando os pés expostos, mesmo que os vestidos já tivessem subido seu comprimento.
No pós-guerra houve uma mudança muito grande na maneira de vestir e de calçar. A mulher passou a sair às ruas, praticar esportes e cuidar do corpo, sendo o tênis inventado nessa época. Além disso, como os vestidos encurtaram, os sapatos ficaram mais à mostra, aumentando a preocupação com a estética do calçado.
[editar] Referências
- SCHEMES, Claudia. Pedro Adams Filho: empreendedorismo, indústria calçadista e emancipação de Novo Hamburgo. Tese. PUCRS. Porto Alegre, 2006.
[editar] Ver também
Bjss.